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Da Assessoria de Imprensa

 

A convite do deputado estadual Clodoaldo Magalhães, uma comissão da Accape esteve nesta quarta-feira (23) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para apresentar um opinião técnica sobre o projeto de lei nº 1071/2016, que torna mais simples as regras para a cobrança do ICMS a empresas do setor têxtil em Pernambuco, especialmente da Região Agreste, onde se concentra a maioria das empresas do segmento.

 

Na foto, o presidente da Accape, Roberto César, e os diretores Eriko Caruso e Genicleison Ramos, no gabinete do deputado estadual Clodoaldo Magalhães.

 

De acordo com o texto do projeto, de autoria do governo do Estado, o recolhimento do tributo deixará de ser realizado na venda dos produtos e passará a ocorrer no momento da compra de insumos para confecções e de itens para o comércio de fios, tecidos e artigos de armarinho. A modificação não representa perda de arrecadação para o Estado nem aumento nos impostos cobrados às empresas.

 

Presidente da Comissão de Finanças da Alepe, Magalhães solicitou uma avaliação prática da diretoria da Accape sobre a efetividade do projeto para que pudesse dar um parecer favorável. “Conversamos na questão técnica do projeto aquilo que traz de benefícios, como o aumento da produtividade na indústria têxtil e da comercialização do produto têxtil, devido à diminuição da cobrança do ICMS; a volta dos investimentos que se perderam; e a criação de novos investimentos e formalização de novas empresas, tendo em vista que as empresas poderão comprar mais e pagar menos impostos. Foi preciso essa conversa para que o deputado se inteirasse melhor daquilo que fosse mais favorável para o empresário da indústria e da confecção têxtil, bem como também para o crescimento da classe contábil”, explica o diretor da Accape, Genicleison Ramos.

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